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Programação C# para iniciantes PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Qui, 15 de Abril de 2010 16:49

Uma das disciplinas do curso de Engenharia de Controle e Automação é Programação,que é dividida em niveis logo no inicio do curso.

Para alguns essa disciplina é algo novo e não é vista com facilidade.É importante encará-la sem medo e entender que a programação é necessária e com certeza será vista em sua vida profissional, seja necessidade de desenvolver um sistema ou até mesmo de entender o funcionamento de algum programa de controle.

 

Última atualização em Qui, 29 de Abril de 2010 04:26
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Notação Polonesa Reversa – RPN PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Ter, 06 de Abril de 2010 17:07

 

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Notação Polonesa Reversa – RPN
Todo o usuário de calculadora HP já ouviu o mantra: ah, use em RPN! Ah, em RPN é mais fácil! Mas, de onde surgiu isso?
Em 1920, o matemático polonês Jan Łukasiewicz inventa a notação polonesa. Ele inventou este método para facilitar a visualização das fórmulas de lógica proposicional.
 
Notação Polonesa Reversa – RPN
Todo o usuário de calculadora HP já ouviu o mantra: ah, use em RPN! Ah, em RPN é mais fácil! Mas, de onde surgiu isso?
Em 1920, o matemático polonês Jan Łukasiewicz inventa a notação polonesa. Ele inventou este método para facilitar a visualização das fórmulas de lógica proposicional.
Esse sistema caracterizava-se pela ausência de parênteses na notação. Embora não tenha feito sucesso na lógica, ele continua sendo utilizado até hoje em algumas linguagens de programação (a linguagem LISP sendo a mais proeminente).
Em meados da década de 50, Burks, Warren e Wright propõem a notação polonesa reversa, e a notação foi reinventada independentemente por F. L. Bauer e E. W. Dijkstra, como uma forma de reduzir o acesso à memória em programas computacionais, bem como fazer a utilização do recurso da pilha. Estes algoritmos foram enriquecidos pelo trabalho do filósofo e cientista computacional Charles Hamblin, na década de 50.
A notação polonesa ganhou destaque na década de 70, por sua adoção nas calculadoras HP. As calculadoras de maior sucesso da empresa, a financeira 12-C e a gráfica 48 são baseadas em notação polonesa reversa. A calculadora 19B, financeira, foi rejeitada pelo mercado por não ter o modo RPN. As calculadoras gráficas atuais, desde a 49 até a 50-G, permitem o uso em algébrico como em RPN.
Utilizando RPN
Para entender o modo RPN, precisamos entender o que é a pilha. Pilha é um modo de entrada e organização de dados. Veja a figura ao lado: O último dado que entra é o primeiro dado que sai (conhecido como LIFO – Last In First Out). Uma conta simples, como um 3+2, seria feita em RPN desta maneira: 3 <ENTER> 2+: ao pressionarmos ENTER, o 3 irá para a pilha, ao pressionarmos o 2 +, ele se somará ao último valor da pilha. Bom, para quê todo este trabalho, podemos pensar ? Porque, aparentemente trabalhoso em contas pequenas, este método será de grande valia ao programarmos a calculadora, bem como em contas grandes. Um exemplo ?[ (5+3)/2]*6. Em RPN, a conta seria feita dessa maneira: 5<ENTER>3+ 2/ 6*. Em um total de 8 botões pressionados. Em modo algébrico, seria: <BOTÃO BRANCO> <-> (para aparecer o parênteses) <BOTÃO BRANCO> <->5+3<SETA DIREITA> (para ir ao segundo parêntese>/2<SETA DIREITA> (para sair fora do parêntese>*6. Um total de 14 botões pressionados para se realizar a mesma conta.
Como aprender a utilizar o modo RPN? Só conheço uma maneira: praticando. Não adiantar ter medo: a prática irá levar a um maior conhecimento e domínio da técnica. Boas eram as antigas 48: pela falta do método algébrico, forçavam o usuário a dominar RPN.
Alguns links interessantes:
http://www.xnumber.com/xnumber/rpn_or_adl.htm – comparação entre os métodos algébrico e RPN (em inglês);
http://www.ime.usp.br/~pf/mac0122-2003/aulas/rpn-calculator.html – aula sobre RPN, com implementação em um programa de C (em português);

Última atualização em Qui, 15 de Abril de 2010 16:57
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Treinamento Gratuito On-line Schneider Electric PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Ter, 06 de Abril de 2010 14:08
A Shneider oferece alguns cursos gratuitos on-line quee tem como objetivo informar tecnicamente sobre produtos e conceitos relacionados aos temas abordados.
São oferecidos os seguintes cursos:
Introdução ao Motion Control;
Inversores de freqüência - ATV11;
Inversores de freqüência - ATV31;
Primeiro passo com o Twido Compacto;
Dominando o Twido totalmente;
Introdução à automação;
Descobrindo a Seletividade;
Tecnologia de redes e TCP/IP;
Todos os reinamentos dão direito a um certificado de conclusão para os que atingirem 70% de aproveitamento.
Para realizar algum desses treinamentos ou obter mais informações basta se acessar o Site da Shneider no endereço :http://www.schneider-electric.com.br/sites/brasil/pt/produtos-servicos/treinamento/e-learnings.page
A Shneider oferece alguns cursos gratuitos
on-line que tem como objetivo informar
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São oferecidos os seguintes cursos:
Introdução ao Motion Control;
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Primeiro passo com o Twido Compacto;
Dominando o Twido totalmente;
Introdução à automação;
Descobrindo a Seletividade;
Tecnologia de redes e TCP/IP;
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Alfabeto grego PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Qua, 24 de Março de 2010 14:50

O alfabeto utilizado para escrever a Língua grega teve o seu desenvolvimento por volta do século IX a.C., utilizando-se até aos nossos dias, tanto no grego moderno como também na Matemática, Física,Astronomia etc.

Anteriormente, o alfabeto grego (Ελληνικό αλφάβητο) foi escrito mediante um silabário, utilizado em Creta e zonas da Grécia continental como Micenas ou Pilos entre os séculos XVI a.C. e XII a.C. e conhecido como linear B. O Grego que reproduz parece uma versão primitiva dos dialectos Arcado-cipriota e Jónico-ático, dos quais provavelmente é antepassado, e é conhecido habitualmente como Micénico.

Crê-se que o alfabeto grego deriva duma variante do semítico, introduzido na Grécia por mercadores fenícios. Dado que o alfabeto semítico não necessita de notar as vogais, ao contrário da língua grega e outras da família indo-europeia, como o latim e em consequência o português, os gregos adaptaram alguns símbolos fenícios sem valor fonético em grego para representar as vogais. Este facto pode considerar-se fundamental e tornou possível a transcrição fonética satisfatória das línguas Europeias.

 

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Constantes Físicas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Qua, 24 de Março de 2010 14:45

Uma constante física é uma grandeza física que acredita-se ser tanto geral na natureza quanto constante no tempo. Pode ser comparada com uma constante matemática, que é um valor numérico fixo mas não envolve diretamente qualquer medida física.

Existem muitas constantes físicas na ciência, algumas das mais reconhecidas sendo a velocidade da luz no vácuo c, a constante gravitacional G, a constante de Planck h e a carga elementar e. Constantes físicas podem tomar diversas formas dimensionais, podendo ser dimensionais, como a velocidade da luz, ou adimensionais, como a constante de estrutura fina α.

 

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